quarta-feira, 10 de abril de 2013

Que mania!



A gente é que tem mania,
De achar que coisa boa,
Tem que ser lembrada todo dia.
Por pai, amigo, cachorro e tia!
As expressões de harmonia,
De alegria 
E euforia,
Só serão lembradas,
Quando houver agonia...
E disritmia.
Só não aceite que se perpetuem,
Por estradas vazias,
As coisas boas
Que alguém, um dia,
Lhe apresentou.
E lhe devolva, então,
Sem pressa ou agonia,
O amor que se tornou mania,
Em querer todo dia.

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