terça-feira, 21 de dezembro de 2010

Eu ainda prefiro...





















Eu ainda prefiro as canções belas, com dizeres bem pensados, ao "bate estaca"
Eu ainda prefiro a janela aberta e o vento no rosto, ao ar condicionado
Eu ainda prefiro a letra cursiva no papel, às letras do teclado
Eu ainda prefiro a gargalhada em meio aos amigos, do que o "hahaha" individualizado
Eu ainda prefiro a comida da mamãe, às cápsulas alimentícias
Eu ainda prefiro o cheiro da flores, ao quarto fechado
Eu ainda prefiro a dor da verdade, à incerteza da mentira
Eu ainda prefiro o erro humano, à incapacidade de sentir, de perdoar e agir...
Eu ainda prefiro caráter, sinceridade, honestidade, à contaminação do supérfluo, do descartável, do dissabor, do desamor...
Eu ainda prefiro, e sempre vou preferir.

6 comentários:

Unknown disse...

Muito bom o texto =]

Igualmente, prefiro a vida de verdade a "sub vida" atual...

Certamente, até fazendo referência ao post anterior, aos que "não fazem parte do bolo", se nos lembrássemos de como é a "vida real" não iríamos querer essa vida cheia de supérfulos e ilusão onde nada representa a verdadeira realidade, uma vez que a realidade passa longe dessa "vida"...

Uma pena que todos, que fazem parte do bolo onde a maioria se encontra, considerem como "avanço" esse novo estilo de "viver", o que pra mim representa apenas retrocesso...

Novamente, parabéns pelo texto, vc tem ótima visão de tudo, cada vez que leio me surpreendo e me coloco a refletir =] melhor blog! Top 2011 :)
hehe

Beijooooosss ;pd;

Unknown disse...

Ae Gabi,parabés por esse texto!Gostei de mais,acho que toda essa geração mais nova deveria ler,pra aprender a dar mais valor a vida!Como diz a música "...È preciso saber viver..."!!! Continue escrevendo aí,que eu vou lendo daqui!! Beijoos

Junior Bez disse...
Este comentário foi removido pelo autor.
Junior Bez disse...

estou certo que todas essas nossas preferências (digo nossas, por compartilhar dos mesmos gostos) advêm de uma criação ao modo "antigo", do meio em que crescemos e dos valores que adquirimos observando o mundo a nossa volta. Tenho pena de grande parte da geração atual, que viaja o mundo, o tempo e o espaço, através das toneladas de informações despejadas nas telas de seus smartphones, sentada no banco de um shopping qualquer. Tenho pena dos que resolvem seus problemas com um click e que perdem assim o sabor da vitoria e o prazer de caminhar por suas próprias pernas.
Somos frutos (e muitos de nós com 20 e poucos anos, ainda fazem parte) de uma geração que dava mais valor a um simples gesto do que a uma bela imagem. Que fazia o processo as avessas, que tinha sede de viver, que aprendia na marra, quebrando a cara e assim construía o seu conhecimento, ao contrario de hoje, onde o conhecimento está ao alcance do Google e já nos sentimos doutores no assunto, sem sequer vivenciar algo para colocar esse assunto em pratica. Somos reflexos dos que vieram antes de nós e seremos refletidos em breve. Cabe a nós cuidarmos de nossa imagem plantando bons frutos. Cabe a nós, proporcionar cultura de qualidade a geração mais nova, ensinar a conhecer, não por teoria, mas pela pratica, com pés no chão, incentivando a superar obstáculos (pois a vida é cheia deles) e não privando-a deles. Cabe a nós, transmitir a importância de levar todos esses valores aos que virão quando não estivermos mais aqui, para que o mundo no futuro, tenha um pouco, pelo mínimo que seja, de dignidade e caráter.

parabéns pelo texto, fantástico!

beijos

Sandra Costa disse...

Lindo Gaby!
Amei!
To seguindo tbém!
Beijos!

alessandro disse...

é a bela e maldita era digital, eu acho maravilhosa, todo esse paradoxo, onde vc, sem sair de casa, pode fazer quase tudo e ao mesmo tempo perde uma vida inteira vivendo uma falsa.